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Sobre Testosterona

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Vamos procurar demonstrar neste artigo a importância da testosterona , hormônio presente em homens e em menor proporção , nas mulheres.

A testosterona entra nas células sendo rapidamente metabolizada no citoplasma para Dihidro-testosterona (DHT) pela enzima 5-alfa-redutase. Este derivado metabólico, adere avidamente ao receptor de Testosterona (androgênio); então responsável pelas ações da testosterona dentro da célula.

Uma vez formado o complexo DHT/receptor de Androgênio, ele se desloca para o núcleo celular onde o DNA o recebe, para iniciar uma multiplicação e produção acelerada de DNA, que provoca os efeitos hipertróficos e proliferativos das células, sobretudo; aumento da massa muscular. Sua capacidade de ligação está completa, isto é; saturada e novos receptores precisarão estar disponíveis para que as outras moléculas de testosterona as ocupem.

Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM) ou andropausa. Trata-se de uma "doença" que afeta os homens a partir dos 35-40 anos de idade caracterizada pela perda da libido ou desejo sexual, diminuição de massa muscular, perda de energia, diminuição da capacidade de atenção e memória , desânimo imotivado , depressão, disfunção erétil, diminuição da massa muscular entre outros sintomas, tendo como causa o decréscimo na produção da testosterona.

A novidade agora é que, com o discurso em torno do DAEM, os homens também passam a ser alvos desse tipo de investimento que privilegia a associação entre hormônios, juventude, sexualidade e saúde.

A base para essa transformação seria a mudança de padrão utilizada para pensar o corpo e suas funções. O binarismo normal/anormal teria sido substituído pelo novo funcional/disfuncional. Como exemplo, durante muito tempo, foi considerado "normal" que a função erétil ou o nível de testosterona declinassem ao longo da vida de um homem. Porém, essa ocorrência passa a ser pensada como "disfuncional", o que seria "comprovado" pela existência de tratamentos que poderiam melhorar a função em questão. Dessa forma, o "funcional" passa a ser definido pelo que é tratável.

Outros termos encontrados na literatura são andropausa, climatério masculino, hipogonadismo masculino tardio e similares.

"Síndrome de Deficiência de Testosterona" (SDT), é outro nome que vem sendo divulgado já que a "'testosterona' é claramente entendida pela comunidade médica e pelo público como representativo do principal hormônio masculino" Além disso, não carregaria a negativa e frequentemente errônea percepção de que seria restrita aos homens mais velhos, o que seria induzido pelos termos andropausa, menopausa ou climatério masculino, ou mesmo distúrbio androgênico do envelhecimento masculino.

A testosterona aumenta na puberdade progressivamente até a idade adulta e depois começa a diminuir a partir de 25 anos num ritmo de aproximadamente 1,2% por ano, enquanto a Dihidro-Epiandrosterona (DHEA) diminui ao um ritmo de 2,3% ao ano.

Mas este declínio da testosterona está francamente associado a alterações ligadas ao aumento da síndrome metabólica, que consiste na associação da elevação do colesterol (LDL), triglicérides, ácido úrico e glicemia, assim como resistência à insulina, elevação de pressão arterial, acúmulo de gordura visceral; observando-se prevalência de 6,7% de homens com síndrome metabólica entre 20-29 anos e de 40% aos 60 anos, coincidindo com a observada variação hormonal

Cresce o número de homens que buscam na reposição hormonal a vigor da juventude. A andropausa tem levado cada vez mais homens a procurarem urologistas, endocrinologistas ou outras especialidades médicas, principalmente nos Estados Unidos.

Há inclusive um quadro que destaca benefícios (diminuição da irritabilidade, retardo do envelhecimento, aumento da resistência a infecções, aumento da massa muscular e melhora do desempenho sexual.

Para ajudar na pesquisa sobre deficiência de testosterona existe um questionário que é apresentado como instrumento que mede o grau de envelhecimento masculino a partir dos 40 anos de idade, com base em uma análise dos sintomas de queda na produção da testosterona.

No caso do homem a queda dos hormônios é lenta e gradativa, fazendo com que os sintomas não sejam identificados com muita clareza. Além disso, acrescenta que "hoje nós sabemos que é muito importante que, ocorrendo a diminuição dos hormônios masculinos, o homem necessita ser tratado para poder recuperar sua qualidade de vida".

O declínio da função gonadal é parte do processo normal de envelhecimento masculino. Estima-se que os níveis de testosterona em homens com mais de 40 anos diminuam a uma taxa de 1% ao ano. O diagnóstico do distúrbio androgênico associado ao envelhecimento masculino (DAEM), ou síndrome de deficiência de testosterona (SDT), requer a presença de sinais e sintomas característicos em combinação com níveis baixos de testosterona. O início é insidioso e sua progressão é lenta. Os sintomas de DAEM podem ser categorizados como sexuais e não sexuais e estão descritos abaixo:

Sinais e sintomas associados ao hipogonadismo do adulto de início tardio Perda de libido, disfunção erétil, ereções matinais menos frequentes e de menor qualidade, obesidade abdominal, sarcopenia, baixa densidade mineral óssea, pensamentos depressivos, fadiga, perda de pelos corporais, redução da sensação de vitalidade ou de bem-estar, anemia, síndrome metabólica.

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